Amazônia e a nova geopolítica

Todas as recentes e confiáveis informações de fontes especializadas indicam que as últimas investidas, seguidas de saturação, do complexo industrial militar anglo-americano contra regiões da Ásia e Oriente Médio suscitam preocupações relativas ao futuro da Amazônia.


Eduardo Bomfim, Vermelho

Tem sido motivo de estudos avançados o declínio militar e diplomático, relativo do centro hegemônico das nações do primeiro mundo que se encontram sob a orientação ou subordinação dos Estados Unidos e Inglaterra, apesar da feroz ofensiva armada, midiática, política, nos tempos atuais.

Por outro lado, são fortes os indícios que demonstram uma silenciosa, paulatina, ocupação internacional da região Amazônica com o argumento auto-justificável de constituição de reservas florestais e demarcação de (colossais) áreas indígenas, sob forte pressão forânea, onde vicejam milionárias organizações ambientalistas fundamentalistas internacionais financiadas por esse mesmo complexo financeiro-militar de caráter neo-colonizador.

A maioria dessas atividades, consumadas ou não, encontram-se principalmente nos espaços entre o Brasil e as regiões de fronteiras com a Colômbia, Venezuela e Guianas de acordo com as informações cadastradas por diversas organizações preocupadas com o futuro soberano das nações sul-americanas e do Caribe.”
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About Antonio Ferreira Nogueira Jr.

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Revista- WMB

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1 Comentários:

Anônimo disse...

Por mim podem ficar com a Amazônia, o Nordeste e levar Brasília de brinde...