Polícia britânica reforça segurança em frente à embaixada equatoriana

Policial em frente à embaixada equatoriana em Londres. O jornalista Julian Assange está no prédio há dois meses

“O jornalista australiano Julian Assange está refugiado na representação diplomática há dois meses

Opera Mundi

Momentos após o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, divulgar que havia recebido uma carta do governo britânico avisando que poderia ingressar na embaixada do país em Londres em busca do jornalista Julian Assange, a segurança da representação diplomática foi reforçada. O número de policiais é maior do que o normal.

Um dos policiais disse a um repórter do jornal britânico The Times que não há intenção de entrar na embaixada, mas há policiais dentro do prédio. Há uma van policial na saída da garagem da embaixada do Equador, três policiais na porta e dois fazendo a ronda. Pelo menos 10 oficiais estão dentro.

Ativistas contrários à extradição de Assange do Reino Unido fazem vigília há dois meses em frente à embaixada equatoriana. "Era isso que tinhamos medo que acontecesse", contam, em referência à ameaça de prisão do criador do Wikileaks. Um dos inspetores da polícia mandou um ativista "calar a boca" frente aos questionamentos sobre o destino de Assange.

A decisão sobre o futuro de Assange, segundo Patiño, já foi tomada e deverá ser anunciada nesta quinta-feira (16/08), por volta das 7 horas de Quito (9 horas de Brasília). O chanceler pediu a convocação de uma reunião de emergência da Unasul (União dos Estados Sul-Americanos) e a OEA (Organização dos Estados Americanos). "Não somos uma colônia britânica. Os tempos do colonialismo terminaram", disse o chanceler equatoriano hoje. "São ameaças impróprias de um país democrático, civilizado e respeituoso ao direito".
Foto: Roberto Almeida/Opera Mundi
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